Glossário de Biomarcadores

Entenda exames hormonais, metabólicos, tireoidianos e inflamatórios sem promessa de atalho, faixa universal ou diagnóstico automático.

Hormônio "Masculino" produzido principalmente nos testículos, com menor produção em ovários e glândulas supra-renais.

Para que serve: Serve para complementar a investigação de hipogonadismo (baixos níveis funcionantes de testosterona no corpo), principalmente em pacientes que tem sobrepeso, apneia do sono, problemas no colesterol, pressão e diabetes. Serve também como complemento diagnóstico nas doenças relacionadas a ereção peniana e disfunção de vontade sexual "libido".

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Cálculo matemático realizado pelo laboratório, com índices que já tem baixissimo grau de confiabilidade. Um exame praticamente INÚTIL, CUSTOSO, DESNECESSÁRIO e que não mudará conduta. Se tu conhece um médico que pede de rotina, pergunta para ele se ele tem conhecimento deste fato que citei acima.

Para que serve: Para gastar a toa o dinheiro do paciente.

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Proteína produzida principalmente no fígado que se liga a testosterona, estradiol e outros hormônios sexuais.

Para que serve: Ajuda a entender discordância entre testosterona total, testosterona livre e sintomas.

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Estrogênio fisiológico em homens e mulheres; em homens, parte relevante vem da conversão de testosterona pela aromatase.

Para que serve: Pode ajudar em avaliação gonadal, fertilidade, ciclo menstrual, menopausa, sintomas mamários ou excesso androgênico.

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Gonadotrofina da hipófise que sinaliza para gônadas; em homens, estimula células testiculares produtoras de testosterona.

Para que serve: Junto do FSH, ajuda a diferenciar origem testicular de origem hipotálamo-hipofisária em investigação de hipogonadismo.

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Gonadotrofina hipofisária ligada à função testicular e ovariana, incluindo espermatogênese e desenvolvimento folicular.

Para que serve: Ajuda em investigação de infertilidade, falência gonadal, puberdade e distinção entre causa primária ou central.

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Hormônio produzido pela hipófise, relacionado à lactação e capaz de modular o eixo gonadal.

Para que serve: Avalia galactorreia, amenorreia, baixa libido, disfunção erétil, hipogonadismo e suspeita de alteração hipofisária.

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Andrógeno sulfato produzido principalmente pelas adrenais, precursor de outros hormônios sexuais.

Para que serve: Ajuda a avaliar fonte adrenal de excesso androgênico, puberdade precoce/tardia e algumas suspeitas de doença adrenal.

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Glucocorticoide produzido pelas adrenais, com ritmo diário e resposta a doença, sono, estresse e medicamentos.

Para que serve: Investiga suspeita de insuficiência adrenal ou excesso de cortisol com testes e horários adequados.

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Medida da glicose no sangue após jejum de pelo menos 8 horas, feita em ambiente clínico ou laboratorial.

Para que serve: Rastreia disglicemia e compõe critérios de pré-diabetes e diabetes.

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Percentual de hemoglobina glicada que estima a glicose média dos últimos 2 a 3 meses.

Para que serve: Pode diagnosticar pré-diabetes/diabetes e acompanhar controle glicêmico sem depender de jejum.

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Dosagem da insulina basal, hormônio pancreático que ajuda a levar glicose do sangue para as células.

Para que serve: Contextualiza hiperinsulinemia e resistência insulínica quando interpretada junto de glicose, cintura, peso e risco metabólico.

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Índice calculado a partir de glicemia e insulina de jejum para estimar resistência insulínica.

Para que serve: Pode apoiar triagem metabólica e pesquisa populacional quando não há teste direto de sensibilidade à insulina.

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Soma aproximada do colesterol transportado por diferentes lipoproteínas no sangue.

Para que serve: Entra no painel lipídico e em calculadoras de risco cardiovascular, junto de HDL, LDL e triglicerídeos.

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Lipoproteína envolvida no transporte reverso de colesterol, tradicionalmente associada a menor risco cardiovascular quando mais alta.

Para que serve: Ajuda a compor o perfil lipídico e a estimativa de risco cardiovascular.

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Lipoproteína que transporta colesterol para tecidos e participa diretamente da aterosclerose quando elevada em contexto de risco.

Para que serve: É marcador central para prevenção cardiovascular primária e secundária.

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Gorduras circulantes usadas como energia e influenciadas por alimentação, álcool, peso, glicemia e genética.

Para que serve: Ajudam a avaliar risco cardiometabólico, resistência insulínica e, quando muito altos, risco de pancreatite.

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Hormônio da hipófise que estimula a tireoide a produzir hormônios tireoidianos.

Para que serve: É o teste inicial mais usado para avaliar função tireoidiana.

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Fração livre da tiroxina, principal hormônio produzido pela tireoide e disponível para conversão em T3.

Para que serve: Com TSH, ajuda a diferenciar hipo ou hipertireoidismo e alterações centrais.

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Hormônio tireoidiano ativo, produzido pela tireoide e pela conversão periférica de T4.

Para que serve: Pode ajudar a confirmar hipertireoidismo e avaliar gravidade quando TSH está baixo.

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Versão de alta sensibilidade da proteína C reativa, marcador inespecífico de inflamação sistêmica.

Para que serve: Pode complementar leitura de risco cardiovascular e inflamação de baixo grau quando não há infecção aguda evidente.

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